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O Brasil está consolidando seu papel como polo de inovação tecnológica e sustentável, com destaque para a presença estratégica no Web Summit 2025, em Lisboa, e para a agenda de transição ecológica e digital no país.
Web Summit 2025: Brasil em destaque
Com mais de 300 startups, o Brasil é uma das maiores delegações no Web Summit 2025, evento global de tecnologia em Lisboa. A participação é coordenada por instituições públicas e privadas, como a ApexBrasil e a Atlantic Hub, que organizam uma missão com 250 startups brasileiras.
Segundo Eduardo Migliorelli, CEO da Atlantic Hub, o ecossistema brasileiro amadureceu e agora participa ativamente do debate global sobre inovação, desde inteligência artificial até tecnologias de impacto social. “Hoje internacionalizar não é mais algo distante, é parte natural da estratégia de crescimento das empresas”, afirma.
Empresas como a Ultracom e o Instituto Priority já consolidaram operações em Portugal, mostrando que a internacionalização do Brasil é uma realidade concreta.
Inovação verde e digital no Brasil
Enquanto isso, no país, a Jornada Nacional de Inovação percorre o Nordeste para mapear soluções tecnológicas voltadas à transição ecológica e digital. O Encontro Regional será realizado em Salvador no dia 25 de novembro, reunindo empresas, pesquisadores e empreendedores para discutir desafios e oportunidades.
Deep techs, como inteligência artificial, biotecnologia e novos materiais, estão no centro das discussões, com foco em soluções de alto impacto para desafios sociais e ambientais. O governo também reforça o apoio com políticas de subvenção e fomento à inovação social.
Desafios e oportunidades
- Inteligência artificial, sustentabilidade e ESG são temas centrais nos debates globais.
- Infraestrutura de data centers e preparação da sociedade para a transformação digital são prioridades.
- Políticas de investimento de risco em empresas DeepTech e instrumentos de apoio à inovação social estão em pauta.
Impacto ambiental da tecnologia
Na COP30, o uso de inteligência artificial divide opiniões. Enquanto pode gerar informações úteis para agricultores e ajudar na gestão de recursos naturais, também representa um desafio ambiental devido ao alto consumo de energia e água dos data centers.
Segundo o Jornal Nacional, os data centers já são responsáveis por quase 5% do consumo de energia nos Estados Unidos e 20% na Irlanda. Nos próximos cinco anos, o uso de energia pelos data centers deve mais que dobrar, exigindo soluções sustentáveis.
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