segunda-feira, 13 abril, 2026

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Bolsa bate recorde pela 14ª vez e dólar cai em dia

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Mercado financeiro brasileiro em euforia enquanto governo negocia tarifas

O Ibovespa encerrou segunda-feira (10) aos 155.257 pontos, com alta de 0,77%, marcando a 14ª sequência consecutiva de ganhos e batendo novo recorde histórico. A bolsa brasileira acumula valorização de 29,08% em 2025, a maior alta anual desde 2019, quando registrou 31,58%.

No câmbio, o dólar comercial fechou a R$ 5,307, com recuo de 0,55%. A divisa acumula queda de 14,12% no ano, refletindo otimismo com fatores internos e externos que impulsionam os investimentos no Brasil.

Ações disparam: 14 papéis dobraram de valor em 2025

Em meio à sequência de recordes, 14 ações do Ibovespa, IDIV, Small Caps e IBRX100 acumulam valorização superior a 100% até 11 de novembro. A Cogna lidera com alta de 240,16%, impulsionada pela reestruturação financeira e retomada de resultados no setor educacional. Movida segue com 199,03% e Moura Dubeux com 194,04%.

Setores de petróleo, mineração e bancos foram os principais motores da alta desta segunda, enquanto ações do varejo ganham destaque com a proximidade da Black Friday e movimentações comerciais de novembro.

Governo amplia apoio a empresas afetadas por tarifas

Enquanto a bolsa celebra recordes, o governo federal trabalha para mitigar impactos das tarifas americanas. O Plano Brasil Soberano foi ampliado para aumentar o acesso de empresas afetadas pelas medidas impostas pelos EUA.

Nesta quinta-feira (13), o chanceler Mauro Vieira se reuniu com o secretário de Estado americano Marco Rubio em Washington para negociar a reversão das tarifas de 40% impostas por Donald Trump. O setor de café, particularmente afetado, vê oportunidade de retomar espaço no mercado americano com possível alívio tarifário.

Inflação e juros no radar dos investidores

O mercado financeiro aguarda a divulgação da ata do Comitê de Política Monetária (Copom) e dos dados de inflação oficial de outubro. Caso o IPCA venha mais baixo que o previsto, abre-se espaço para o Banco Central começar a cortar a Taxa Selic em janeiro, em vez de março de 2026. Juros mais baixos estimulam a migração de investimentos para a bolsa de valores.

Dados econômicos em foco

A agenda econômica desta quinta inclui a Pesquisa Mensal do Comércio de setembro, com projeção de crescimento de 0,3% mensal e 2,0% anual. A produção de veículos em outubro também será divulgada, após queda de 1,5% em setembro. Nos EUA, o Índice de Preços ao Consumidor (CPI) será publicado às 10h30.

Photo by Adam Śmigielski on Unsplash

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