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Reforma trabalhista de Milei divide opinião na Argentina
A proposta do presidente argentino Javier Milei de permitir jornadas de trabalho de até 12 horas diárias está gerando intensa polêmica no país. A medida, anunciada após sua vitória nas eleições, prevê também mudanças em regras de férias, horas extras e acordos salariais.
Impactos econômicos e sociais
Segundo especialistas, a reforma pode aumentar a competitividade das empresas, mas também traz riscos para a saúde dos trabalhadores e para a estabilidade familiar. O governo argumenta que a flexibilização é necessária para atrair investimentos e reduzir o desemprego, que ainda está acima de 7%.
As centrais sindicais já anunciaram protestos e ameaçam entrar com ações judiciais para barrar a proposta. O projeto ainda precisa ser aprovado pelo Congresso, onde enfrenta resistência de partidos de centro e de esquerda.
Posições das partes
- Empresários: Apoiam a medida, dizendo que aumentará a produtividade e a geração de empregos.
- Sindicatos: Alertam para riscos de exploração e perda de direitos trabalhistas conquistados nas últimas décadas.
- Ministério do Trabalho: Afirma que as mudanças serão acompanhadas de garantias para proteger os trabalhadores.
Photo by Angelica Reyes on Unsplash






