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Ibovespa mantém alta e dólar oscila com cenário internacional
O Ibovespa, principal índice da bolsa brasileira, apresentou leve queda de 0,07%, fechando em 157.632 pontos no último pregão, mas mantém tendência de alta no curto e médio prazo. O dólar futuro subiu 0,36%, cotado a R$ 5,31, refletindo a volatilidade do mercado diante de fatores domésticos e internacionais.
Varejo brasileiro mostra sinais mistos em setembro
Dados recentes da Pesquisa Mensal do Comércio (PMC) indicam avanço de 2% nas vendas do varejo em setembro na comparação anual, com alta de 0,3% em relação ao mês anterior. No entanto, o desempenho regional é desigual: 15 das 27 unidades federativas registraram queda, com Maranhão e Roraima entre as maiores retrações, enquanto Tocantins e Amapá lideraram as altas.
Resultados corporativos e impactos financeiros
Casas Bahia divulgou crescimento de receita e melhora no EBITDA no terceiro trimestre de 2025, impulsionada pela eficiência operacional e recuperação das vendas em lojas físicas e online, embora tenha registrado prejuízo líquido acima do esperado devido a despesas financeiras elevadas. Já o Banco do Brasil apresentou resultados abaixo das expectativas, com lucro antes dos impostos 11% menor, afetado por provisões maiores e deterioração da qualidade do crédito, especialmente no segmento rural.
Negociações tarifárias entre Brasil e EUA ganham destaque
O encontro entre o chanceler brasileiro Mauro Vieira e o secretário de Estado americano Marco Rubio, realizado em Niagara Falls durante reunião do G7, focou nas negociações para redução das tarifas impostas pelos EUA ao Brasil. O governo brasileiro busca reverter tarifas que chegaram a 40%, impostas durante a administração Trump, o que pode beneficiar setores exportadores e melhorar o ambiente de negócios bilateral.
Expectativas para política monetária e mercado financeiro
Investidores acompanham atentamente a ata do Comitê de Política Monetária (Copom) e os dados de inflação de outubro, que podem abrir espaço para cortes na taxa Selic já em janeiro de 2026, estimulando investimentos na bolsa. Em 2025, o Ibovespa acumula valorização de mais de 29%, a maior desde 2019, impulsionada por setores como petroleiras, mineradoras e bancos.
Photo by Vadim Shevyrin on Unsplash






