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O governo federal ampliou o acesso ao Plano Brasil Soberano, programa de apoio a empresas afetadas pelas tarifas comerciais dos Estados Unidos. A nova regra permite que empresas com pelo menos 1% do faturamento impactado pelas tarifas nos EUA entre julho de 2024 e junho de 2025 possam aderir ao plano, reduzindo a exigência anterior de perdas superiores a 5%.
Novo critério e abrangência
Antes, o acesso era restrito a quem comprovasse perdas acima de 5% no faturamento bruto com exportações para o mercado norte-americano. Agora, o critério foi flexibilizado para contemplar também fornecedores e ampliar o número de setores beneficiados. O vice-presidente e ministro do MDIC, Geraldo Alckmin, afirmou que a medida busca equilibrar as negociações com apoio ao setor produtivo.
Negociações internacionais
As tratativas entre Brasil e Estados Unidos seguem em andamento. O ministro das Relações Exteriores, Mauro Vieira, se reuniu com o secretário de Estado norte-americano, Marco Rubio, durante o G7 no Canadá. O Brasil já enviou uma proposta formal aos EUA após reunião técnica entre as equipes dos dois países.
Impacto no setor produtivo
A medida deve beneficiar empresas de diversos segmentos, especialmente aquelas que dependem de exportações para os EUA. O governo busca mitigar os efeitos das tarifas e fortalecer a competitividade do setor produtivo nacional.
Photo by engin akyurt on Unsplash






