Podcast sobre a materia – ouca no Spotify
Bolsa brasileira registra 14ª alta consecutiva e bate novo recorde
O índice Ibovespa, da B3, fechou na segunda-feira (10) aos 155.257 pontos, com alta de 0,77%, marcando a 14ª alta seguida e aproximando-se da maior sequência histórica de 15 altas consecutivas registrada em 1994. Em 2025, a bolsa acumula valorização de 29,08%, a maior desde 2019, impulsionada por ações de petroleiras, mineradoras e bancos. O dólar comercial recuou 0,55%, fechando a R$ 5,307, refletindo otimismo no mercado diante da expectativa de cortes na taxa Selic já a partir de janeiro de 2026, caso a inflação oficial de outubro venha abaixo do previsto[2].
Governo dos EUA e Brasil avançam em negociações sobre tarifas
O chanceler brasileiro Mauro Vieira e o secretário de Estado americano Marco Rubi se reuniram em Washington para discutir as tarifas impostas pelo governo dos EUA ao Brasil, que chegam a 40% em alguns produtos. A expectativa é que o Brasil consiga reverter essas sobretaxas, que impactam principalmente setores exportadores como o café. O governo americano ampliou programas de apoio a empresas afetadas por essas tarifas, enquanto o BNDES sinaliza ampliação de ajuda a empresas brasileiras prejudicadas. A negociação visa também impedir exportações indiretas via terceiros países, conforme explicou o assessor econômico americano Hassett[1][4][7].
Impactos e perspectivas para o comércio e indústria
Dados recentes indicam crescimento modesto no comércio brasileiro, com projeção de alta de 0,3% em setembro na Pesquisa Mensal do Comércio. O setor de serviços tem puxado a revisão positiva do PIB do terceiro trimestre, apesar de sinais de desaceleração no consumo. A Black Friday e outras ações comerciais em novembro são vistas como oportunidades para aquecer o varejo, especialmente em grandes redes como Casas Bahia e Mercado Livre, que se destacam no cenário atual[1][3].
Photo by Anne Nygård on Unsplash






