domingo, 31 maio, 2026

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Rússia intensifica ataques a Kiev; Chile escolhe novo

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Rússia lança maior ofensiva aérea contra Kiev em semanas

Moscou disparou aproximadamente 430 drones e 18 mísseis contra a capital ucraniana em um ataque de larga escala que se estendeu pela madrugada de 15 de novembro. O bombardeio, que incluiu mísseis balísticos e aerobalísticos, deixou pelo menos seis pessoas mortas e cerca de 30 feridas, entre elas duas crianças e uma mulher grávida.

O presidente ucraniano Volodymyr Zelensky classificou o ataque como deliberadamente calculado, com objetivo de causar máximo dano a pessoas e infraestruturas civis. Os céus de Kiev foram inundados de projéteis, provocando incêndios em edifícios residenciais em vários distritos da capital.

Contexto militar em deterioração

O ataque ocorre em momento crítico para a Ucrânia. As forças russas ganham terreno no sul do país, com tropas ucranianas se retirando de várias aldeias em Zaporizia durante combates intensos. A ofensiva aérea representa uma intensificação da estratégia russa de pressionar tanto militarmente quanto através de ataques contra a população civil.

Chile define disputa presidencial entre extremos políticos

O Chile se prepara para eleições presidenciais que refletem polarização política crescente. A militante comunista Yanet Hara e o político de extrema-direita José António Caz disputarão o cargo após quatro anos de mandato do presidente esquerdista Gabriel Boric.

Insegurança e migração como temas centrais

A campanha é marcada por preocupações com criminalidade e imigração. Pesquisas indicam que eleitores buscam soluções para delinquência crescente e pressão migratória, questões que dominam o debate público chileno. A disputa representa um afastamento significativo do centro político que caracterizou governos anteriores.

Negociações comerciais entre EUA e China avançam

Os Estados Unidos buscam concluir acordo sobre terras raras com a China até o Dia de Ação de Graças. No mês anterior, Washington concordou em não impor tarifas de 100% sobre importações chinesas enquanto negocia novo acordo comercial, sinalizando disposição para diálogo em meio a tensões comerciais persistentes.

Photo by Marek Studzinski on Unsplash

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